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quinta-feira, 5 de julho de 2018

Ciro reage à vaia por crítica à Reforma

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Foto - AFP 
Em evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), ontem, em Brasília, o pré-candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, foi vaiado ao defender que a Reforma Trabalhista foi uma "selvageria" aprovada contra os trabalhadores. "Não tenho poder de revogar a Reforma Trabalhista no primeiro dia. Precisamos substituir essa selvageria por uma verdadeira Reforma Trabalhista. Meu compromisso com as centrais sindicais é botar esta bola de volta para o meio de campo", disse. O discurso fez com que parte da plateia iniciasse uma vaia.

Ciro reagiu. "Pois é, vai ser assim mesmo. Se quiserem presidente fraco, escolham um desses aí que vêm com conversa fiada para vocês". Em seguida, pediu que a plateia colocasse a "mão na consciência". "50 milhões de compatriotas nossos estão vivendo o pão que o diabo amassou na informalidade. Vamos colocar a mão na consciência, cavalheiros", afirmou.
Bolsonaro
Com um discurso pró-mercado, mas sem detalhes, Jair Bolsonaro foi interrompido por aplausos diversas vezes no debate. Ele defendeu uma agenda liberal com a ampliação do poder da iniciativa privada na economia, mas não conseguiu dar detalhes de nenhuma de suas propostas.
Marina
Pré-candidata da Rede à Presidência da República, a ex-ministra do Meio Ambiente e ex-senadora Marina Silva afirmou que uma visão dogmática favorável ao mercado na Petrobras gerou prejuízos à sociedade e à estatal.
"A visão dogmática pró-mercado deu grandes prejuízos para a Petrobras e para o cidadão", disse Marina. Ela afirmou que a estatal tem capacidade de manejar situações como a alta do dólar, mas sem adotar a política de controle de preços. Ela defendeu que a companhia permaneça atenta ao cenário global dos combustíveis, mas ressaltou que a Petrobras possui função estratégia nacional.
Meirelles
Pré-candidato do MDB, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles afirmou que vai basear sua campanha nas experiências que teve no governo Michel Temer e Lula - de quem foi presidente do Banco Central.
Meirelles conta com a propaganda eleitoral na TV para convencer eleitores de que foi responsável por crescimento econômico da Era Lula, captando votos dos lulistas, e da recuperação no governo Temer.

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