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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

População de Catarina protesta contra a falta de água e do valor da taxa cobrado pela Cagece.


Moradores da cidade de Catarina realizaram na manhã desta sexta-feira (6), um protesto saindo do Bairro Lagoinha em direção a Cagece e, contou com a participação de moradores de outros bairros que aderiram ao protesto “ Queremos Água”. Há pelo menos um mês que a água dos poços profundos não chega às residências de alguns bairros de Catarina e a conta de água tem sido motivo de reclamações dos moradores o que motivou o protesto. Com carro de som, cartazes e latas, os moradores permaneceram em frente Cagece por cerca de meia hora e só depois o gerente da Cagece, Audizio Holanda, usou o microfone do carro de som e disse que nas próximas 48 horas o abastecimento de água dos bairros seria normalizado.

Além dos moradores, o vice-presidente da Câmara Municipal de Catarina, Dineudo Pereira, também participou do protesto e disse que na próxima quarta-feira (18), haverá uma audiência pública na Câmara Municipal com a presença do diretor da Unidade de Negócios da Cagece, Helder Cortez, par que juntos possam buscar uma saída para esse problema da distribuição de água via Cagece na sede do município de Catarina.
Atualmente quatro poços profundos com vazão de pouco mais de 37 mil litros de água por hora abastecem a cidade de Catarina através da adutora, mas, não tem sido suficiente devido à grande demanda e os reclames da população é em virtude da má distribuição da água que em alguns bairros estão sendo abastecidos e outros não.

A dona de casa Maria Anizia de Sousa, residente no Bairro Lagoinha, uma das organizadoras do protesto disse que no bairro onde ela mora há quase dois meses que não chega água nas torneiras, mas a conta de água está chegando com um valor exorbitante que chega a R$ 50.00.

 Moradores do Bairro Balanças recorreram ao Ministério Público e terão audiência na próxima terça-feira (17) com o promotor de Justiça da Comarca de Catarina, Dr. Alexandre Pascoal, em decorrência da falta de água e do valor que está sendo cobrado pela Cagece.


Diomar Araújo.