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quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Dengue tipo 2 tem chances de circulação no Ceará em 2019

Foto: Divulgação
Mesmo após 10 anos sem registros de casos de dengue tipo 2 no Ceará, a doença tem chances de circulação no Estado, conforme a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), que alerta para o retorno de casos de chikungunya, de acordo com o estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A gestão pública municipal traçou um planejamento estratégico de ações de educação e controle vetorial de dengue, chikungunya, zika e febre amarela, para enfrentar as doenças causadas pelos arbovírus. 


"A gente espera que não tenha um número de casos muito elevado, mas, se tiver, devemos estar preparados. Para isso, estamos estruturando 23 postos de saúde como unidades de referência, em que terão salas de observação, medicação injetável e resultados de exames de forma mais rápida", comenta a titular da SMS, Joana Maciel.  
Ela diz que em 2018 os números de arboviroses reduziram quando comparados aos casos de 2017. Por conta do período chuvoso, há possibilidades maiores de infestação, uma vez que a questão climática e ambiental possibilita ao vetor um ciclo reprodutivomais intenso. Joana Maciel orienta que as pessoas devem redobrar a atenção para não acumular água parada em reservatórios.

Para o coordenador da Vigilância Sanitária da SMS, Nélio de Moraes, deve-se haver uma parceria entre órgãos públicos e sociedade para combater o mosquito. Antes de sair de férias, conforme ele, as pessoas devem supervisionar a casa e eliminar, caso tenha, criadouros.  

Ações
Nos 119 bairros considerados os mais vulneráveis da cidade estão sendo realizadas intervenções especiais nos pontos estratégicos na intitulada "Operação Inverno", que visa diminuir riscos de processos epidêmicos no interior das residências. Noélio de Moraes externa que 70% dos casos de dengue e chikungunya se concentram em 30 bairros da Capital, principalmente nos bairros Bom Jardim, Grande Mondubim, Jangurussu e entorno.

O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, explica que a ideia é que as ações de prevenção e combate à arbovirose seja permanente, não apenas na estação chuvosa, já que, de acordo com ele, mais de 80% dos focos dos mosquitos se concentram emimóveis domiciliares. "É muito importante que a gente olhe para dentro de casa, para o nosso próprio risco gerado. Essa é forma mais barata e simples de prevenção. A meta é reduzir o número de casos ainda mais", pontua.



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